Há cerca de um ano, quando eu saí do DC, resolvi aprender a tatuar. Bom, depois de usar minhas duas pernas e alguns parentes como cobaias, parti para os “terceiros”, e qual não foi a minha surpresa quando na minha porta pipocaram várias criaturas sedentas por serem esfoladas vivas por este q vos fala! Graças ao meu Santo Forte e ao meu guru Alê, todos aqui retratados continuam meus amigos e gozando de boa saúde
Nome da Obra: “A Canela do Beto”

Nome da Obra: “O Braço do Benami” (em andamento)

Nome das Obras: “O Braço do Andrey” e “O Cachorro do Cachorro”

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